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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Conto: Cama Molhada
Cama molhada
Acordei no meio da madrugada com a mão dela apertando meu pau. "Vem fazer, amor...", pediu-me. "Acordou com tesão, foi?", respondi, ainda sonolento. "Demais... Vem!"
Virei para o lado dela e desci a mão direita dos seios até a barriga. "Sonhou com alguma coisa?", provoquei. "Sonhei...". "O que foi?", insisti, já com as mãos na calcinha. Deslizei a calcinha de lado, enfiei meus dedos lentamente, e encontrei sua bucetinha completamente encharcada.
"Caramba! Você está muito molhada! O que foi de tão especial?". "Sonhei que um outro cara me chupava loucamente enquanto você assistia. Ele apertava meus peitinhos e enfiava a língua, me devorando. E você dizia para ele me comer."
Subi no corpo dela, com o pau para fora doido para meter pela fresta da calcinha.
"Não, amor! Quero que você me chupe. Preciso sentir sua boca, preciso muito!"
Obedeci. Ainda na penumbra, mal iluminada pela luz que vinha de fora, vi a calcinha molhada, babada. O suco daquela fêmea grudava as pernas dela. Eu simplesmente alucinei. Cheirei, tateei, lambi, e devastei aquela bucetinha com a língua, os lábios, a boca. Queria sentir o gosto dela por inteiro.
Chupei-a feito louco. Pau em riste por causa do sonho dela, implorava para meter e gozar. Mas ela queria língua. E enquanto eu a chupava, mordia, lambia, comia, ela me dizia como tinha sido bom o sonho, o cara chupando-a como eu fazia naquele momento.
Não demorou para que ela gozasse feito louca, lançando ainda mais gozo pelos lábios, clitórios, coxas. Os pelos ralos dela, umedecidos, me enlouqueciam. Subi feito touro no corpo dela e enfiei de uma vez.
Metia com vontade, mas devagar. Queria prolongar a foda. Mas não demorou muito para eu deitar meu leite naquela fenda cheia de gozo de mulher.
Caí ao lado dela. Ainda extasiados, nos beijamos. Ela continuou a contar sobre o sonho, com sorriso leve nos lábios. Bocejou, e disse que voltaria a dormir. Comentou que tinha tido dois sonhos naquela hora: o sonho propriamente dito com o cara chupando-a, e nossa foda. Caiu no sono, mas nem sem antes lançar a provocação fatal:
"Da próxima vez, eu vou te chamar para me chupar depois da foda."
"Posso fazer isso agora, amor!"
"Não, bobinho. Depois da foda, mas com outro..."
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Jesus Cristo Esta Voltando!!!
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