Domingo. Admirando vitrines de roupa masculina, suspirou o quanto adorava homens de terno. Recordou que sempre me pedia para fazermos amor quando eu chegava do trabalho. Gostava de me ver ainda vestido, terno-e-gravata, com o pau rígido para fora da calça, estendido através da abertura do zíper.
Sempre trabalhou, a propósito, cercada de homens de terno. Desnecessário dizer o quanto isso alimentava minha fantasia. Nos meus maiores devaneios, imaginava-a admirada por onde passasse no escritório, suas lindas pernas cobertas por uma meia fina, seu salto alto fazendo as vezes de pedestal para o monumento de seu corpo, a saia preta acentuando o contorno de seu bumbum, os seios pudicamente cobertos por uma camisa branca que apenas revelava uma parte dos braços.
Gosta de me atiçar dizendo ser cantada por colegas de trabalho. Confia em mim o suficiente para dizer-me isso sem receio. Sempre soube manter o respeito e o profissionalismo, mas não conseguia escapar de um ou outro assédio, a maioria inocentes e velados. Confidenciou-me que um era particularmente insistente. "Faz seu tipo?", perguntei. "É interessante", desconversou.
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Segunda-feira. Chupava-a com gosto na cadeira. Tinham todos saído para o almoço. Escritório vazio, decidiram aproveitar o momento. Tesão a mil, não poderiam esperar por mais tempo. Apenas arriara sua calcinha e já penetrava-a avidamente com a língua. Roçava-lhe o grelo com a barba por fazer, e ela alucinava. Ela gozou, mas não foi além. Temia que os colegas começassem a voltar. À noite, chegou em casa sem calcinha, e disse-me, entre sorrisos, que a esquecera no escritório. Levantou a saia e pediu-me para fudê-la ali mesmo, na porta de casa.
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Terça-feira. Ligou-me para cancelar o almoço que havíamos combinado. Disse que tinha de terminar um trabalho que começara no dia anterior. Não precisava ir além — eu já entendera tudo. Despediu-se com tom de voz sapeca que só ela sabe fazer.
Chupou-o com vontade. Acompanhava os giros na cadeira que ele fazia de propósito. Mamou-o — confidenciar-me-ia mais tarde — lentamente, para prolongar o gozo. Desconfio que foi também um modo de vingança por não terem feito sexo no dia anterior. Torturou-o, judiou-lhe, mas não o deixou na mão. À noite, uma vez mais, me procurou para o sexo mal chegou em casa. Contou-me tudo — como se fosse preciso. Enlouqueci de ciúmes e tesão. Comi-a enquanto ela me dizia o quão bom tinha sido chupar "aquele pau gostoso".
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Quarta-feira.
"— Vai pegar no pau dele, vai, safada?
— Ai, amor, não aqui no meio do expediente! Eu não posso falar, tem gente por perto...
— Melhor assim! Te atiço e você não pode reagir... Vai ficar só no boquete, gostosa? Vai lá, pega no pau dele e convida-o para vir aqui em casa. Quero ver se ele é tão bom assim para te comer na minha frente.
— Amor, para! Não posso falar. Te ligo mais tarde! Beijo!"
Terceira noite, terceira foda. Dizia que não fizera nada aquele dia, que tinha ficado encabulada com nossa conversa. Impressionante como ela conseguia ser safada num minuto, e no minuto seguinte recolher-se na sua doce inocência! Quase no clímax, confessou que ele lhe dera umas olhadas indecentes, esfregando o pau por cima da calça toda vez que ela passava por perto.
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Quinta-feira. Esperou até o fim do expediente para aproximar-se dela. Ela tentou se desvencilhar, sem muito esforço. Pegou-a pela cintura, e disse que não aguentava mais o jogo de sedução. Desceu-lhe a saia. Ela, abriu-lhe as calças. Pediu que continuasse de terno. Debruçou-se sobre a mesa. Ele rasgou-lhe a meia calça. Fez um furo certeiro para permitir a penetração. Ela empurrou o quadril para trás, e forçou o encaixe daquele pau em sua bucetinha. Rebolou deliciosamente. Nas salas ao lado, as luzes se apagavam. Na deles, ele socava com gosto, e ela retribuía, rebolando. Gozaram rápido. Recompuseram-se, e saíram, ela primeiro, depois ele. Quem os visse não diria que havia pouco se atracaram deliciosamente.
Fui buscá-la. Entrou no carro. Suava. "Desculpa o atraso, querido". Passou a mão nas coxas, por dentro da saia. Olhou-me maliciosamente. Esfregou os dedos nela e depois nas costas de minha mão. Senti-a molhada. Parei o carro no primeiro lugar ermo. Baixei-lhe a saia. Meia furada. "Trepou, minha rainha?". Assentiu em silêncio. Fizemos amor no banco de trás, ela ainda quente da foda anterior.
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Sexta-feira. Clima de final de semana, escritório vazio à tarde. Seduziram-se em silêncio o dia todo. Puxou-o de lado na copa e levou-a para o andar de cima, no almoxarifado. Agarrou-lhe pela gravata. Quase nua, ofereceu-lhe seu corpo novamente. Pedia pau. Treparam por quase meia hora, calmamente, livres da pressão do horário. Experimentaram posições, mas terminaram como haviam começado: em pé.
Esperava em casa. Chegou no horário de costume. Transpirava sexo por todos os poros. Eu não podia negar: adorava aquilo tudo. Sua liberdade em ter prazer longe de casa me excitava loucamente. Sabia que não era todo o dia que traria novidades, e que aquela semana tinha sido excepcional. Entre a hora que eu chegava e o momento em que ela abria a porta, fantasiava como chegaria, o que contaria, o que faríamos. Excitava-me só de ouvir o tilintar de suas chaves.
Não disse palavras. Pulou no meu colo e me beijou apaixonadamente. Buscava meu pau por baixo da calça. Achou-o, e começou a punhetá-lo. Descansou a cabeça no meu ombro. Seus lábios, meus ouvidos, poucos centímetros. Começou a dizer o que fizera. No meio da estória, cavalgava meu pau loucamente. Gozei mordendo-lhe os seios. Não se deu por vencida. Gozei novamente. Arfava. Nosso gozo e nosso suor selavam nossos corpos.
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Sábado. Ele chegou no horário combinado. Ela, quase nua. Eu e ele, de terno.
Nada como o sábado depois de uma semana dura de trabalho. E o fim de semana estava apenas começando...








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