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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Chegou Cedo em casa?


Cheguei cedo?
Já tinha tentado tantas vezes convencê-la a trazer outro homem para nossa cama, amor. E você sempre tão relutante, tímida, que eu acabei desistindo. Pensei que era coisa de minha cabeça, que não fazia seu estilo, que não passaria do campo da fantasia.
Finge que não estou aqui te vendo, safada...

Então por quê? Por que eu chego em casa e encontro você... assim?!? Não teria sido mais fácil se tivéssemos feito os três juntos, se você tivesse me contado que queria? Afinal, eu sempre lhe dei liberdade, não?
Gosta de cavalgar outro mastro?

Não, não consigo ficar bravo com você. Meu tesão oculta minha raiva. A fresta da porta por onde a vejo é uma moldura que enquadra a perfeição do seu corpo, em cima de outro macho. Sua respiração ofegante, seu gemido entrecortado, o suor que lhe escorre pelas costas, os cabelos desgrenhados, as marcas de dedos na cintura me fazem pensar que deve estar cavalgando esse pau há um bom tempo.
E pensar que aquela boquinha me beijou hoje de manhã...

E como cavalga! Com vontade, com gosto, rebola seu quadril como que querendo sentir cada centímetro dele roçar dentro de você. O encaixe de vocês é muito bom, admito. E você faz questão de mostrar isso, como se soubesse que eu a observo.

Será que não sabe? Afinal, chego em casa todos os dias, nesta mesma hora... Será que somos cúmplices silenciosos dessa fantasia que você decidiu realizar de uma outra forma? Qualquer que seja a resposta, não consigo esconder minha excitação.
'Que surpresa, carinho!'

Ele a chama de safada com uma desenvoltura... E você retribui! Aperta-o com as pernas, arranha o peito dele, bate-lhe no rosto cada vez que ele diz obscenidades. Obscenidades, não; putaria. Pois putaria é o que estão fazendo. Das boas. E eu queria muito participar disso tudo. Mas algo em mim me impede de interromper. Receio, talvez, de estragar algo que está tão bom para vocês dois - e para mim também.

Agora ele a come de quatro. Enfia o pau em você sem dó. Estoca e faz estalar seus corpos toda vez que se colidem. Você diz sentir as bolas dele roçar você! Safada! Como consegue ser tão sedutora assim?

O cheiro de foda toma conta do quarto. Isso me embriaga. Não vou mentir - estou louco de vontade de sentir sua buceta agora. Vejo o gozo de vocês escorrendo por suas pernas. Reluz suas coxas e as torna ainda mais sensuais. Não, não aguento. Não consigo ver isso e sequer tocar uma punheta. Ponho o pau para fora, latejando, babando. Essa é para você. Putinha.
Essa punheta é para você, ocupada com outro pau

Ele diz que vai gozar. Diz, não; grita, urra. Você, como cadela no cio, aumenta mais o ritmo. Empurra sua bunda contra ele, e a pica dele desliza com facilidade para dentro de você. Ele agarra seus cabelos, ergue seu rosto. Num lapso, num relance, você olha para a porta e se detém. Caramba, será que você me viu? Eu juro que eu vi você sorrir em minha direção, com malícia. Não, não pode ser...

Ele dá o último grito. Sai de você, tira a camisinha e esporra nas suas costas e coxas. Você cai na cama como vencida. Ainda tem tempo para lambuzar a mão na xoxota e levá-la à boca. Quer sentir o gosto dele, seu gosto, não, ordinária?
Ah, se eu encaixo em você por trás...

Isso, mande-o embora logo. Diga-lhe que estou para chegar. Como se você não soubesse que estou aqui já... Deite-se de volta. Refaça-se da foda. Mas não vá dormir! Seu macho, seu dono, está aqui, e quer entrar todo em você. Mas, antes, meu amor, entregue-se: relaxe, porque quero sua bucetinha assim, morna da outra transa. Quero chupá-la toda, como ela está. Quero que esfregue na minha cara a tarde de luxúria que você teve com outro pau.
Quero fuder sua bucetinha ainda morna da outra transa

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